Recentemente, moradores e representantes da comunidade têm relatado dificuldades no atendimento telefônico da 3ª Companhia da Polícia Militar do bairro do Pari, localizada na região da Subprefeitura da Mooca. Entre os casos mais preocupantes, destacam-se as situações envolvendo o jornalista Ricardo F. Ramos, responsável pelo portal Gazeta do Pari, e o atual Conselheiro Participativo Municipal, Wagner Wilson.
De acordo com os relatos, ao tentar entrar em contato com a base para solicitar informações ou registrar demandas relacionadas à segurança pública, ambos enfrentaram o mesmo problema: após se identificarem como jornalista e conselheiro, os policiais de plantão desligaram o telefone por duas vezes, recusando-se a continuar o atendimento.
Ricardo F. Ramos, que assumirá como Conselheiro Participativo Municipal em 2025, destacou a gravidade da situação:
“É inadmissível que um órgão público de tamanha importância trate as demandas da comunidade com descaso. Como jornalista e futuro conselheiro, meu papel é justamente representar e trazer as demandas da população, e esse tipo de atitude fere não apenas o respeito, mas a confiança que devemos ter na Polícia Militar.”
O atual conselheiro Wagner Wilson também relatou experiências semelhantes, afirmando que, em situações anteriores, enfrentou dificuldades no atendimento telefônico:
“A sensação é de desamparo. Quando a polícia, que deveria ser nossa principal aliada na segurança, age dessa forma, a comunidade fica ainda mais vulnerável.”
A Gravidade do Problema
A Polícia Militar é um serviço essencial para a sociedade e deve garantir o atendimento eficaz e respeitoso às demandas da população. A recusa em atender ligações ou desligar o telefone após a identificação de um solicitante é uma prática que vai contra os princípios básicos de atendimento público. Além disso, tais atitudes prejudicam a comunicação entre a comunidade e as autoridades, enfraquecendo a confiança e dificultando a solução de problemas de segurança.
Diante desses relatos, o CONSEG Pari irá:
- Oficiar o Comando da 3ª Companhia da PM: Será solicitado um esclarecimento oficial sobre os relatos e garantias de que medidas serão tomadas para melhorar o atendimento.
- Denunciar o Caso à Ouvidoria da PM: Um relatório detalhado será encaminhado à Ouvidoria da Polícia Militar, pedindo a investigação das ocorrências e o treinamento adequado dos policiais para atenderem a comunidade com respeito.
- Reforçar a Fiscalização no CPM: Durante as reuniões do Conselho Participativo Municipal (CPM), o tema será abordado para que sejam discutidas ações que garantam o atendimento adequado às demandas locais.
Palavras Finais
Tanto Ricardo F. Ramos quanto Wagner Wilson reafirmam seu compromisso com a comunidade do Pari. Como representantes locais, eles continuarão lutando para garantir que serviços essenciais, como a segurança pública, atendam às expectativas e necessidades da população de forma eficiente e respeitosa.
por: Ricardo F. Ramos MTBSP
Data: [22/12/2024]